quinta-feira, 7 de março de 2013
7 de Março
Posso dizer que temos sorte em tê-la como empregada e cozinheira, pois ela andou a estudar hotelaria.
Hoje, chegámos a casa e tinhamos à nossa espera um peixe vermelho assado no forno.
A fome era tanta que quando tirei a foto já tinhamos iniciado a papinha....hehehehe
Amanhã esperanos um frango com caril e daí em diante ninguém nos pára.
Em relação ao resto, está tudo bem com muita coisa por fazer no trabalho. Por um lado é bom porque nos distrai das saudades de toda a família.
esperemos que no fim-de-semana consigamos ir à praia, marraquene. Estou desejoso.......
Bem, por hoje é tudo. (com uma chuvada e trovões agora de noite)
Ahhhh, já me esquecia, fomos ontem com o meu irmão a um bar/loja de decoração simplesmente fenomenal, tanto pelos artigos como pela paisagem.
Que belíssimo fim de tarde.....
segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Dia 26
A todos quero dizer que não estou desaparecido, estou é ainda sem internet em casa. Tenho ligado no escritório mas apenas por breves instantes. O nosso gabinete é na cave e não há rede lá. Para ver os mails ou algum post no face tenho de estar no corredor e nunca posso estar lá muito tempo, lógico. E depois também há a diferença horária. Até para ver o telejornal se torna dificil porque aqui já são 22h e estamos cansados.
Eles estão a tratar de aumentar a potência da rede mas só para o mês que vem.
A parte da manhã é muito complicada, com 6h desde que acordo até à hora de almoço. Tive de começar a mudar os meus hábitos alimentares.
Ainda não temos carro, a minha obra está parada porque a autoridade nacional das estradas não têm dinheiro para iniciar a obra e vou ficando por aqui no escritório.
Tinham-me dito que ia ajudar um colega moçambicano a orientar a obra dele, até haver sinal do começo da minha mas sem transporte também não dá. Por isso esta semana continuo pelo escritório.
Também tenho de ir à movicom configurar o meu telefone para ver se tenho acesso à net mas durante a manhã é impossível, na hora do almoço não dá porque não tenho carro e quando saímos já está fechado.
Foi-nos dito, hoje, que iriam desenrascar um carro fatela para podermos circular, esperemos.
O Eduardo foi para xai-xai numa altura de betonagens. Esta semana tem sido a trabalhar até à noite. O betão vai de Maputo para lá, são 200 km.
Esta semana irá ser assim, sempre a dar-lhe. Depois será menos cansativo mas parece que os engenheiros são tipos porreiros, ainda bem para ele.
Mas, pelo menos, consegue comer marisco quase dado. Hoje falei com ele e estavam a vender tigres a 200mt (5euros) o kilo, muito bom. Se se lembram do que escrevi pagámos bem mais caro aqui em Maputo quando fomos ao mercado do peixe, 600mt/kilo.
Fotos? Por enquanto nada de novo. O nosso fim-de-semana, meu e do Hugo, foi outra vez a andar a pé. Nunca andei tanto na vida a pé. No sábado andámos 6 km, chiça.....
O domingo foi para mim um dia cheio de saudades. Sem trabalhar, sem poder passear, apenas a pensar na vida. Espero que tenha sido dos últimos dias assim....
De resto está tudo bem.
Até depois.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Dia 21
Boas,
Não há mais novidades a não ser de trabalho. Por isso, não vou escrever muito mais.
Apenas que, o meu irmão parte amanhã para xai-xai e eu ainda vou continuar por aqui.
Para não demorar muito o carregamento destas mensagens vou colocar apenas algumas fotos de cada vez.
Está quase a chegar o fim-de-semana......
Ahhh, é verdade, o Grilo está a combinar um jantar de pessoas de Coimbra. Claro que eu vou.
Até logo.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
dia 18
Ora cá estamos outra vez......
Agora tem sido dificil actualizar o blog e será pior daqui em diante.
O trabalho começa a apertar e o tempo para escrever a escassear.
Este fim-de-semana foi aproveitado para passear e conhecer mais um pouco de Maputo. Mas, os nossos chefes já disseram que também ao sábado teremos de trabalhar.
Tivemos a gentileza do nosso colega Márcio nos levar a almoçar no mercado de peixe. Sem ele, acredito que seria um pouco diferente e sem dúvida mais caro.
Mas, mesmo assim saíu um pouco do normal.
É claro que se fizessemos essa refeição em Portugal seria bem mais caro do que nos custou.
3 kilos de camarão tigre (estamos numa altura em que é proibido pescar o camarão porque é pequeno) e um peixe (vermelho ou pedra) de 3.5 kilos para nós os 4.
Ambiente espectacular e comida boa.
Andámos a pé por ruas que ainda não conhecíamos e fomos a uma feira de artesanato que está aberta todos os dias.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Dia 15
O dia de ontem foi dedicado à minha querida mulher que fez anos.
Primeiro ano em que não estou presente. Beijinhos, Té.
Desculpem lá as fotos não estarem direitas. Quando tiver tempo resolvo esse problema.
Também gostaria de dizer que não é minha intenção retratar Moçambique como "lixo", baseado nas fotos que coloquei.
Como ainda não temos transporte próprio, a nossa vida tem sido passada apenas nestes 450m de avenida. É um grande contraste, um país com enorme potencial mas com um povo com poucas condições de vida.
Acredito que depois de ter veículo e aproveitando os fins-de-semana para conhecer um pouco mais deste país, essas fotos serão bem melhores.
Este sábado vamos comer peixe e marisco à praia, convite do nosso colega Márcio. Grande Márcio, só assim é que nos podemos sentir um pouco seguros e ter essa oportunidade.
Ontem, fui destacado para uma obra aqui em Maputo para dar apoio a outro colega no pedido de orçamentos. A partir de hoje ainda será mais difícil ter acesso à net.
Quando no outro dia fomos conhecer essa obra com o director geral e ao conhecer os técnicos presentes na obra, o encarregado não me parecia nada estranho.
Ontem, durante o almoço tido com ele, reparei como o mundo é pequeno.
Então, não é que essa pessoa é o dono da quinta do couço, em Penela.
Tinha lá ido almoçar no aniversário do meu irmão e também num almoço de convívio de amigos.
Certamente que os meus amigos, Fernando, Ruca, Sílvio, Guina, Cácá, Cerejo e outros mais se devem lembrar disso.
Para toda a família, minha e do Hugo, quero dizer que está tudo bem e sem problemas de saúde.
Ontem, fomos ao melhor restaurante que já encontrámos aqui em Maputo e talvez difícil de superar. Grelhados na brasa, a peso e confeccionados à nossa frente e a um preço bastante interessante, uma boa costoleta com batatas fritas a um preço de 200 Mt (5 euros). Perdi um pouco a vontade de fazer comida em casa para jantar.
Também esperamos resposta da empregada, que estava na casa antes de nós chegarmos, para saber se pode continuar a limpeza e nos fazer o almoço.
Bem, por hoje é tudo.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Dia 13
Como estamos ainda sem carro o nosso dia-a-dia tem sido avenida acima avenida abaixo.
Podem ver pela imagem do google maps onde se situa o nosso apartamento bem como o escritório.
Hoje, eu e o Hugo, tivemos o primeiro "desarranjo intestinal", mas ao fim do dia parece que está a melhorar, nada preocupante.
Hoje já fomos comprar panelas, frigideiras, taças e algo mais.
A parte da manhã é um pouco dificil porque entramos às 7h30 e só saímos ao meio-dia e meio, bem diferente da nossa vida em Portugal e a juntar a isto sempre um ar abafado no escritório.
Temos de ter um pequeno almoço bem reforçado para poder aguentar estas horas todas.
Os nossos colegas moçambicanos são pessoas porreiras. O Márcio, ajudante do Hugo, tem sido muito prestável. Combinámos no próximo sábado ir à praia comer peixe e marisco a sair do mar; só mesmo com ele é que nos sentimos seguros para poder fazer isso.
Por hoje é tudo, o tempo que me resta é dedicado à minha mulher que faz anos amanhã.
Deixo algumas fotos que valem por mil palavras.
Abraços e beijinhos.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Dia 12
Hoje posso dizer que o dia correu um pouco melhor.
Só agora consegui colocar algumas fotos do nosso primeiro dia......
Mas, continuando o dia de ontem......
Talvez eu tenha ficado um pouco desanimado porque das vezes que abordámos o director geral para as nossas condições pendentes (a falta de utensílios de cozinha tais como as panelas, colheres e outras coisas mais; o custo do bilhete; a entrega de cartão de telefone; internet...coisas para nós essenciais para um bem estar) tivemos reacções um pouco bruscas. Ainda por cima chegávamos a casa e tinhamos que andar às apalpadelas. Claro que hoje depois de assentar um pouco as emoções e da maneira diferente de estar do director viu-se que poderia ter sido devido à pressão da entrega da proposta de concurso; no entanto para ele não deveremos pensar nestas coisas mas sim em trabalhar visto que se tem de entregar a re-orçamentação até finais de março. Soube-se que a empresa conseguiu entregar hoje de manhã a proposta e apesar de ter ficado em 3º lugar será mais uma obra a acrescentar às já existentes devido a eles darem preferência a empresas nacionais. Desde Agosto do ano passado que o patrão deixou de trabalhar sozinho para entregar a gestão/direcção aos novos técnicos. Era o patrão que fazia de encarregado, empreiteiro e gestor da empresa e com os contactos que tinha desenvolveu uma das maiores empresas de moçambique mas muito desorganizada. Neste momento tem obras em curso, sensivelmente umas 10 no valor de aproximadamente 35 milhões de euros. Estas duas onde eu e o Hugo iremos estar são de 1 milhão e 3 milhões de euros respectivamente e ambas das estradas de moçambique. Mas deixemos de falar destas coisas para falar do dia-a-dia.
Este país tem umas condições que não vos digo nada, pena é o povo não ligar nada aquilo que têm, coitados.....ordenado mínimo = 60€ e por isso se vê o que se vê. Tudo desprezado, lixo e mais lixo, não têm condições para viver e fazem o que podem. Hoje, quando fomos a 2 obras com o director, no final da nossa avenida (com diversos kilometros de extensão), na zona baixa já perto do mar, devido às inundações provocadas pelas chuvadas, veêm-se putos de 5 ou 6 anos a lavarem-se nas poças à beira da estrada, nem vale a pena dizer mais nada; no entanto cada vez mais se vê que o povo é extremamente amigável, mas sempre muito no relax........
Por hoje é tudo.......
Dia 11 de fevereiro, mais outro dia às escuras
Hoje estou desanimado.
Combinou-se que seria o meu irmão o primeiro a levantar, seguido do Hugo e depois eu para estarmos às 7.30h na empresa.
Primeiro stress, o meu irmão esqueceu-se de colocar a hora de Moçambique. Teve de ser tudo a correr mas lá estávamos nós à hora marcada.
O director geral apresentou-nos a todos, sensivelmente 20 pessoas que estão no escritório. Depois tivemos uma reunião onde conhecemos o patrão e tivemos alguns esclarecimentos acerca do nosso trabalho. Primeiro objectivo, re-orçamentar a obra, com análise de todo o processo de concurso, conhecimento do projecto e contacto de fornecedores.
Como a minha obra ainda não foi consignada, terei de preparar o projecto aqui em Maputo. Talvez mais um mês por aqui.
Depois disse que, quando eu fosse embora o meu irmão seria transferido para a casa onde estão os encarregados.
Hummmm, o aspecto actual do prédio não é lá muito interessante. No dia anterior, quando passávamos por lá, o grilo disse que estavam a melhorar as condições do apartamento, e algo tinha ficado no ar, como que uma antevisão do que o director iria dizer no dia seguinte.
Fomos então para o nosso espaço de trabalho, na cave, com outros engenheiros moçambicanos.
A empresa estava atarefada, tinha de enviar hoje outra proposta de concurso.
Por agora não me apetece falar mais, até amanhã.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
De Moçambique para o Mundo
Ora bem, após um dia de estadia em Maputo nem sei bem o que dizer....
Primeiro, depois de chegar da viagem de avião, ao passar pelo controle de entrada, estava a ver que não me deixavam passar por causa da viagem de regresso ser posterior à data de permanência do visto. Lá fizeram o jeito.
O meu irmão e o Hugo já tinham passado e quando chego ao pé deles já tinham um amigo moçambicano a carregar as malas num carrinho. Disseram que não era preciso mas já lá estavam as minhas malas e então deixei-o acompanhar-nos. Estávamos numa fila muito grande para passar o controlo das malas e foi então de repente que ele começou a zarpar e passou à frente de todos. Hehehehe, porreiro.
Lá tinha eu de lhe dar algum dinheiro, mas logo depois de tirar as malas do scan apareceu um fiscal que me perguntou o que levava na mala. Nada de especial disse eu, ele apontou para um placar a perguntar se tinha algo daquilo, enchidos, bebidas e já não sei mais o quê. Toca de abrir para ver. Ok, passa.
Como não tinha ainda meticais lá tive de dar as moedas que tinha no bolso, 2 euros e ele ainda dizia que era pouco.
O Grilo, o Pedro Moita e o Paulo estavam à nossa espera e com uma novidade espectacular. A rua 24 de Julho, onde se situa o nosso apartamento estava às escuras.
Desde a saida do aeroporto até aos carros, os moçambicanos não nos largavam para levar os carrinhos. Sempre pressionantes mas amistosos.
Durante o caminho até à avenida estava tudo às escuras. Indicaram-nos onde se podia tomar o pequeno almoço perto do apartamento e deixaram algum dinheiro para as primeiras despesas. Ok, tudo bem até agora.
Telefones, carros, pagamentos devidos só para segunda feira.
Conhecemos o apartamento à luz de telemóvel. Nem deu para desfazer as malas. Eram para aí umas 3 da manhã quando a luz veio.
Quase todas as casas têm grades nas janelas e algumas vivendas com muros electrificados. O nosso apartamento apesar de ser no 2 ou 3 piso também tem grades e cadeados na porta.
Domingo de manhã, lá fomos nós conhecer um pouco de Maputo a pé.
Primeira paragem, padaria/pastelaria para tomar o pequeno almoço. Duas Ucais e uma torrada que custaram 60+60+30 meticais. 100 meticais é igual a 2.5 euros, portanto, sensivelmente o mesmo preço de Portugal. Nada mau.
Além de ser domingo e estar muita coisa fechada havia também muitos restaurantes que estavam encerrados por falta de electricidade.
Tinham-nos dito que havia também um shopping ali perto para poder ir ao supermercado.
Foi então que tivemos o primeiro encontro com os vendedores de rua. Vinha com intenção de comprar umas pinturas e logo aparece um com os baquitis, acho que é assim que se diz, e lá fiz a minha primeira compra. Basta uma pessoa parar para falar com um que aparecem logo mais e depois não largam, hehehe, mas tudo na boa.
Casas bonitas, árvores espectaculares, povo amigável. É um País maravilhoso com muito por explorar e evoluir mas muito mal tratado.
Quando estávamos para almoçar e à procura de restaurante, ao ver um com um aspecto interessante, demos com o grilo outra vez também para almoçar. Já tinham ido ao apartamento à nossa procura mas não estávamos.
Pizzas muito boas e de repente vejo-me a beber coca-cola com gelo. Sabe bem, que se lixe, mas convém controlar.
Preço de uma pizza e duas coca-colas, 550 meticais, também nada mau.
De seguida, o Pedro Moita foi dar uma volta connosco por Maputo. Aquela avenida à beira do mar, sem palavras. Não se pode tomar banho porque os esgotos drenam para lá, mas apenas para os estrangeiros porque estava cheio de negros que aproveitam o domingo para fazerem piqueniques.
Depois fomos com eles ter com outro colega nosso que estava a lanchar numa marisqueira, mais umas colas e conversa. Lá se falou de polícias.
Orientaram-nos para o jantar num restaurante perto da casa de uma pessoa de coimbra, onde se come bem e nada caro.
No caminho, o grilo foi connosco ao supermercado para fazer algumas compras para casa. Quando cheguei ao carro, ele estava a falar com uma pessoa que me pareceu conhecida. Era o Francisco Faria, irmão do João Faria da solum que está em prospecção de mercado, vindo do Dubai.
Lá fomos nós para o restaurante às 8h para comer e aproveitar para ver o benfica e o porto.
Arroz de marisco, ai pois é.
Acabou de chegar o prato e outra vez a falta de luz, hehehehe. Custo da refeição, 600 meticais.
Ao pé de nossa casa fomos abordados por 2 polícias de espingarda em punho a pedirem-nos o passaporte e visto. Ok, tudo bem mas já se estavam a bater à oferta. Virámos costas e entrámos no prédio com eles a falarem em café. Segundo as conversas tidas com os nossos colegas, parece que eles pedem algum dinheiro para tomar café como pagamento.
Acabados de chegar a casa e com luz começo a desfazer as malas. Ohhhh, outra vez falta de luz. Claro que agora já estávamos prevenidos porque tinhamos comprado velas para o caso de voltar a acontecer.
Neste momento são 23h e estou a escrever à luz das velas.
Amanhã vamos conhecer as instalações da empresa, conhecer o patrão e o director geral e iniciar todo o processo de trabalho.
Hehehe, veio outra vez a luz e por hoje chega.
Até à próxima.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Agora é de vez
Visto na mão e viagem sábado. Agora parece estar tudo em ordem.
Vai começar o desafio......
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Será desta?
Só vou dar certezas depois de ter na mão o passaporte com o visto.
Está quase.
Vou sabendo mais algumas novidades como o não poder permanecer mais de 30 dias em Moçambique. Por isso, as pessoas que estão em Maputo terem de ir à fronteira da áfrica do sul.
Mas, como vou estar na Beira, o país mais perto é o Zimbabue. 300 km para Mutare. Mas que aventura.....
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Ainda não é desta......
Pois é, como agora já não se consegue pedir um visto com urgência (3 dias para emissão) tenho que adiar a viagem para 9 de Fevereiro.
Esperemos que agora corra tudo bem.....
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
A história do Maserati 300 S encontrado em Angola e não em Moçambique
Voces sabiam que o Mark Knopfler corre em clássicos e com um destes?
ai pois é........
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
hehehehe.......pareço eu daqui a um tempo
Ora aqui está uma maneira de passar o tempo: Ver "Rally em Moçambique" no YouTube
1971, a mais bela máquina do mundo: